Quinta-feira, 25 de Junho de 2009

Tradutor de blog

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Trata-se de um ótimo tradutor do Google.

Quarta-feira, 10 de Junho de 2009

Dia da Língua Portuguesa

10 de junho é o dia da Língua Portuguesa, essa eu não sabia e acredito que muita gente também não,  mas é verdade. Outra coisa muito interessante  também que existe é o Museu da Língua Portuguesa:  museulinguaportuguesa, llocalizado em São Paulo na Estação da Luz. 

No Site podemos encontrar histórias e curiosidades como:

História da Língua Portuguesa:
A Língua Portuguesa está espalhada por alguns continentes, como Europa, América Latina, África e Ásia. Isso se deve à política expansionista de Portugal, nos séculos XV e XVI, levando para as colônias essa língua tão rica, que se misturou a hábitos e crenças diversas e acabou sendo enriquecida com novas variedades regionais.

Sua origem está no latim, que os romanos introduziram na Lusitânia, região norte da Península Ibérica, a partir de 218 a.C..
Após a invasão romana da Península Ibérica, todos aqueles povos, com exceção dos bascos, passaram a conviver com o latim, o que deu início ao processo de formação do português, espanhol e galego.

Esse movimento de homogeneização cultural, lingüística e política foi denominado de romanização. Até o século IX, a língua falada era o romance, uma espécie de estágio intermediário entre o latim vulgar e as modernas línguas latinas, como português, espanhol e frânces. Essa fase é considerada como pré-história da língua.

Outras curiosidades:
- O dia 10 de junho foi escolhido para representar a data do Dia da Língua Portuguesa, porque marca o aniversário da morte de Luiz Vaz de Camões, um dos maiores poetas portugueses. Ele faleceu no dia 10 de junho de 1580.
Camões conviveu com grande parte das aventuras marítimas dos portugueses, conhecendo e poetando também sobre as aventuras de seus antepassados. Esse dia também foi escolhido para ser o Dia de Portugal.

- Cerca de 250 milhões de pessoas no mundo falam a Língua Portuguesa atualmente. No Brasil, estão 80% desses falantes.

- O português é a língua oficial em: Portugal, Ilha da Madeira, Arquipélago dos Açores, Brasil, Moçambique, Angola, Guiné-Bissau, Cabo Verde e São Tomé e Príncipe.
- A Língua Portuguesa é a quinta língua mais falada do planeta e a terceira mais falada entre as línguas ocidentais, atrás do inglês e do castelhano.

- Por toda a importância dada a Língua Portuguesa, seu ensino agora é obrigatório nos países que compõem o Mercosul.

- Não oficialmente, o português também é falado por uma pequena parte da população em Macau (território chinês que foi até 1999 administrado pelos portugueses); no Estado de Goa, na Índia (que foi possessão portuguesa até 1961) e no Timor Leste, na Oceania (até 1975 administrado pelos portugueses, quando foi tomado pela Indonésia, e atualmente é administrado pela ONU).

Domingo, 10 de Maio de 2009

Mamãe

Antonia, minha mãe, a flor mais bela do jardim,
A pessoa mais doce e compreensiva que já conheci,
A maior expressão de amor e coragem que já vi,
A melhor amiga que Deus fez para mim
A imagem mais linda que guardo até o fim,
A lembrança mais profunda que jamais esqueci,
A força que viverá para sempre dentro de mim.


Mamãe, por mais que eu procure palavras para descrever a tua importância na minha vida, não encontro nada a tua altura, porque você é tão especial que é impossível expressar em palavras o que você representa na minha vida e na vida de todos os teus filhos.

Hoje eu compreendo, como antes eu não compreendia as tuas repreensões, os teus conselhos que muitas vezes eu não queria ouvir, o teu amor que em certos momentos eu não dei valor.

A Bíblia diz “Bendito seja o fruto do teu ventre” porque o nascimento é um milagre de Deus e a vida é o maior presente que você me deu, por isso a tua presença se mantém viva dentro de mim e dentro dos teus filhos.

Eu queria poder fazer o tempo retroceder, para começar tudo de novo ao teu lado, para aproveitar o tempo que foi perdido, mas o tempo não volta, mas ele também jamais apagará você da minha vida.

Eu te amo!

Quinta-feira, 5 de Março de 2009

Os valores que adquirimos com a experiência de vida.

Encontrei este texto (de Martha Medeiros) e achei lindo.

Quanto tempo a gente perde na vida? Se somarmos todos os minutos jogados fora, perdemos anos inteiros. Depois de nascer, a gente demora pra falar, demora pra caminhar, aí mais tarde demora pra entender certas coisas, demora pra dar o braço a torcer. Viramos adolescentes teimosos e dramáticos. Levamos um século para aceitar o fim de uma relação, e outro século para abrir a guarda para um novo amor, e já adultos demoramos para dizer a alguém o que sentimos, demoramos para perdoar um amigo, demoramos para tomar uma decisão.

Até que um dia a gente faz aniversário. 37 anos. Ou 41. Talvez 48. Uma idade qualquer que esteja no meio do trajeto. E a gente descobre que o tempo não pode continuar sendo desperdiçado. Fazendo uma analogia com o futebol, é como se a gente estivesse com o jogo empatado no segundo tempo e ainda se desse ao luxo de atrasar a bola pro goleiro ou fazer tabelas desnecessárias. Que esbanjamento. Não falta muito pro jogo acabar. É preciso encontrar logo o caminho do gol.

Sem muita frescura, sem muito desgaste, sem muito discurso. Tudo o que a gente quer, depois de uma certa idade, é ir direto ao assunto. Agente valoriza mais aquelas pessoas que nos demonstram carinho, a gente valoriza mais a nossa família, nosso companheiro ou companheira, valoriza os pequenos gestos de sinceridade, e a rapidez já não é louvada em determinadas coisas. E isso a gente só alcança com alguma vivência e maturidade.

Pessoas experientes já não cozinham em fogo brando, não esperam sentados, não ficam dando voltas e voltas, não necessitam percorrer todos os estágios. Queimam etapas. Não desperdiçam mais nada.
Uma pessoa é sempre bruta com você? Não é obrigatório conviver com ela. O cara está enrolando muito? Beije-o primeiro. A resposta do emprego ainda não veio? Procure outro enquanto espera.
Paciência só para o que importa de verdade. Paciência para ver a tarde cair. Paciência para sorver um cálice de vinho. Paciência para a música e para os livros. Paciência para escutar um amigo.
Paciência para aquilo que vale nossa dedicação.

Domingo, 8 de Fevereiro de 2009

Bacuri

Ao retornar de férias no estado do Maranhão, falei para algumas pessoas de São Paulo que tomei suco de Bacuri, e para minha grande surpresa eles deram muitas risadas, pois nunca tinham ouvido falar dessa fruta. Resolvi, portanto fazer esta pequena explicação do que é o Bacuri.

Bacuri é um fruto de sabor inigualável, cheiro agradável, polpa carnuda e cremosa. Bacuri é simplesmente muito gostoso. A arvore frutífera chama-se bacurizeiro e o fruto é utilizado na fabricação de doces, sorvetes, sucos, polpa e seu látex têm uso medicinal por ser altamente diurético.

Eu particularmente quando tomo suco de Bacuri tenho a impressão de que minha vida dá uma volta ao passado, ao tempo de criança lá no interior do Maranhão num lugarejo chamado Dois Irmãos, onde minha família morou por algum tempo, ali bem pertinho de outro lugarejo chamado Lages, me lembro do canto do bem-te-vi no meio daquelas matas, dos banhos nos riachos, lembro vagamente também do dia que fui ao lugarejo chamado Aldeia e me hospedei naquela casa de taipa, coberta de palha à luz de lamparina, lembro do dia que subi nos morros que originou o nome do lugar Dois Irmãos, tão alto que lá de cima dá para avistar muitos lugarejos vizinhos.

Assim é o Bacuri na minha vida, têm esse poder das boas lembranças. Mas falando do fruto propriamente dito, as árvores ficam concentradas nos estados do Maranhão e Piauí, apesar de serem também encontradas por toda região do Norte e Nordeste.

O Bacuri é também motivo de muitas histórias e lendas engraçadas, existe até uma cidade no Estado do Maranhão chamada Bacuri, pesquisas revelam que a cidade ganhou este nome na ocasião em que o frei David celebrou a primeira missa naquele lugar à sombra de um bacurizeiro e como caíram alguns Bacuris durante o ato religioso o celebrante exclamou “ Bacuri !!! ”, daí surgiu o batismo da cidade.

Há muito que falar sobre o Bacuri, qualquer dia continuarei....

Sexta-feira, 6 de Fevereiro de 2009

Barão de Grajaú - MA

Barão de Grajaú é uma pequena cidade localizada no Estado do Maranhão.
Compreendida por uma área geográfica de 2.189 Km², e uma população de aproximadamente 16.507 pessoas.

Barão de Grajaú está dentro do meu coração e situada na região fisiográfica do Médio Parnaíba, na margem esquerda desse mesmo rio, em frente à cidade de Floriano, Piauí.

A história da minha terra natal, segundo pesquisas, iniciou-se em 1884, neste ano, após a invasão dos bandeirantes, localizaram-se no lugar, habitantes piauienses e já era tido como povoado de certa importância, recebendo este nome em homenagem ao Presidente da província que abrangia estas terras, Dr. Carlos Fernandes Ribeiro “O BARÃO DE GRAJAÚ” assim chamado, nome dado pelo piauiense Agapito Alves de Barros, que deu impulso à vida comercial do povoado, primitivamente centro de lavoura.

Em particular, tenho muita história para contar de Barão de Grajaú, lembro-me da casinha que minha família e eu morávamos, foi ali naquela casa, na Rua Todos os Santos, que minha mãe deu a luz a alguns dos meus irmãos e a mim, pois naquela época, a maioria das mulheres davam a luz em suas próprias residências, com a ajuda de uma parteira.

Tive o privilégio de passar a infância ao lado dos meus avôs maternos e compartilhar muito amor com eles, em Barão de Grajáu. Quem não conheceu “Seu Sinhor” – Satiro Amaral e Dona Isolina Noleto? Um casal simples e feliz, naquela época era comum os moradores da cidade conhecer uns aos outros. Vôvo Satiro trabalhava de Barbeiro e de Sapateiro, e vovô Isolina tecia rendas, fazia rede, e outras coisas do gênero. Minha formação está fortemente marcada pela influência positiva dos meus avôs, principalmente pela batalhadora Isolina, mulher doce, forte e corajosa, presente em todos os momentos.

Não posso esquecer que meus primos que moravam em Barão também compartilharam do amor de "Seu Sinhor e Dona Isolina". Lembro em especial da Socorro, convivemos tão de perto que a considero como a irmã mais velha; Socorro penteava meus cabelos e tinha todos os cuidados para comigo.
Além das boas recordações de família, Barão de Grajaú tem algo que considero precioso, o Rio Parnaíba, um rio brasileiro que banha os estados do Piauí e Maranhão, muita água doce e fresca. Ele nasce na Chapada das Mangabeiras a cerca de 700 metros de altitude, no extremo sul do Maranhão e vai alargando-se, ao receber mais afluentes, até tornar-se rio caudaloso. É fronteira natural dos estados do Maranhão e do Piauí. Percorre, aproximadamente, 1.344 km até sua desembocadura no Oceano Atlântico, formando o único delta em mar aberto das Américas, que é um dos três maiores do mundo, composto de mais de 70 ilhas. Na estação seca, mais freqüente na margem esquerda, do Maranhão, formam-se praias. Que lembranças boas eu tenho do Parnaíba, de pular na água de cima de uma árvore, ou de uma ribanceira e descer pela correnteza abaixo.

O Rio Parnaíba é mesmo uma das maravilhas daquele lugar, no meu tempo não havia abastecimento de água na cidade, era no Parnaíba que a maioria dos baronenses lavavam roupas, tomavam banho, bebiam, cozinhavam. Por isso, valorizo tanto aquele rio.
O sol quente de Barão de Grajaú nos convida a mergulhar nas águas frescas do Parnaíba, não sei como é nos dias atuais, mas no meu tempo, era divertimento preferido das crianças e dos adultos.
A pesca também era uma das riquezas que o rio nos dava, me lembro da tia Aurora que morava numa casa ao lado da minha, ela pescava para se alimentar e de vez em quando eu a acompanhava. A pesca para nós nunca foi diversão ou aventura, era mesmo uma necessidade. Tia Aurora era especialista em fazer Mandi, um peixe carnudo, quase sem espinhos. O Mandi cozido da tia Aurora ficava delicioso, ela usava os poucos temperos que tinha a sua disposição, um pouco de coentro colhido no próprio quintal e um pouco de pimenta do reino e pronto, seu peixe ficava inigualável. Tia aurora era irmã da minha avó Isolina, quase uma segunda avó que eu e todos meus irmãos e primos aprenderam a amá-la.

Muitas outras lembranças maravilhosas me levam a Barão de Grajaú, aventuras de criança que somente quem viveu ou vivi num lugarejo no meio do mato pode contar. Aventuras como: Os banhos de chuva no inverno quente, as voltinhas de adolescente ao redor da igreja para arrumar paquera nos domingos de missa, os festejos de junho na praça da Igreja, as brincadeirinhas de esconde-esconde à noite, os desfiles das escolas nos 7 de setembro pelas ruas da cidade, as amigas mais próxima Neuza, Helena, Didia, Bernadete, e ainda, os passeios de caminhonete, cheia de crianças em cima da caçamba, rodeando a cidade em alta velocidade, e tudo promovido pelo seu Manoel da Paz a pedido da filha dele, a Sandra. Aliás, A Família do seu Manoel da Paz faz parte da minha história, meus irmãos mais velhos e eu vivíamos enfiados na casa dos Da Paz, eu brinquei muito com as bonecas da simpática Mariângela e da Bela Rosana. Dona Ângela, sempre nos recebeu no casarão dela, naquele tempo não tinha TV na minha casa, e quase todas as noites a sala da Dona Ângela enchia de crianças vizinhas, me lembro como se fosse hoje, todos sentados no chão e às vezes nas cadeiras, pois era tanta gente em frente à televisão que as cadeiras não davam para todos. Tenho um carinho muito especial pela família dos Da Paz.

Deixei Barão de Grajaú ainda uma menina, quando toda minha família veio morar em São Paulo, Era um sonho da minha mãe de morar na cidade grande, mas Barão de Grajaú ficou dentro de mim, tenho orgulho de ser Baronense. O Dr. Carlos Fernandes Ribeiro virou “O BARÃO DE GRAJAÚ, e eu a FABIANA MARAL virei a MISS BARÃO, desde pequenininha meu pai me chama assim, hoje com menos freqüência, ainda ouço-o, com sua voz quase deficiente me chamar de Miss Barão, isso é muito gostoso, isso é inexplicavelmente maravilhoso. De Miss eu não tenho nada, más tenho tudo, o carinho do meu pai o amor eterno da minha querida mãe que está no céu. E como diz meu Pai,
Miss Barão

Segunda-feira, 17 de Novembro de 2008

Revista Época, blogueiros em destaque


Quem disse que blogar é perca de tempo?

Eu por exemplo fico horas em frente ao computador navegando pela blogosfera, lendo, pesquisando e buscando dicas para melhorar o meu.
E a recompensa esta aí, na capa da revista Época desta semana, blogueiros são destacados numa merecida seleção dos 80 melhores blogs, nacionais e internacionais.

Não estou entre eles, mas fico orgulhosa pelos colegas blogueiros, é sinal de que essa ferramenta está a cada dia sendo reconhecida como um meio de divulgação importantíssimo na mídia, além de ser também uma forma de trabalho para aqueles que blogam com o talento profissional.

Parabéns Blogueiros.

  ©Template by Dicas Blogger.

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